sábado, 27 de fevereiro de 2010

Calma. É apenas um jogo de palavras.

Saia com alguém, e a vista.
Lata como um cão, e depois, a abra.
Obrigada por esperar, não tive escolha.
Rio muito e alto, olhando-o desaguar.
Banco a palhaça. Por que está de pé? Sente-se.
Sente, sente ao meu lado. Está frio hoje, não?
Verão que estão todos errados, agora o calor está de matar.
Sombra que me persegue, e que disfarça meu choro.
Mente tanto para mim, mas tanto. E acha que a tem mais evoluída.
Pena, você não é tão inteligente quanto pensa. Estou comparando-a com o peso de sua humildade.
Vista uma roupa que te agrade, e vá para a janela para admirá-la melhor.
Testa minha paciência até o seu limite. E acaba deixando-a quente, deve ser febre.
Mato minha sede de saber. Como seu cheiro sobe quando rego o jardim.
Vale a pena sorrir mesmo querendo chorar. Pois em seu centro, o sol nascerá todos os dias.
Renda-se, é sempre mais fácil. Quem sabe aí deixam-na escolher qual colocar em seu vestido de noiva.
Livro-me de sonhos, e o aproveito para lê-lo.
Canto do vento que me recordo, do lugar no meu quarto onde eu sentava para pensar.



Sentido a tristeza que chegou após tanto tempo, fez-me pedir para não procurá-lo por aqui.







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